OS VINGADORES

 

Depois que a Marvel percebeu o poder dos filmes solos de seus super-heróis, Hulk, Homem de Ferro, Capitão América e Thor, era óbvio que o estúdio iria querer reunir todos na tela e contar a história de uma de suas mais cultuadas HQ, Os Vingadores. Porém isso não seria uma tarefa simples, já que muitos personagens famosos na tela seria um importante chamariz para as bilheterias, mas caso não tivesse um roteiro que soubesse explorar todos de forma igualitária, que soubesse explorar o ego de cada um deles, a individualidade de cada um, o homem por trás de cada super-herói, sem isso, seria fácil entregar um roteiro a um qualquer e a direção a um Michael Bay da vida. Temos sorte que a Marvel se preocupa com seus personagens e escolheu um típico Nerd para roteirizar e dirigir o filme, resultando numa aventura praticamente irretocável, com ação e alivio cômico na medida certa.

Em Os Vingadores, temos o vilão, Loki (Tom Hiddleston, perfeito) que está no exilio após sua expulsão de Asgard e se reúne com os Chitauri, ele daria a eles o Tesseract (um cubo cósmico super poderoso em custódia da SHIELD) e em troca os Chitauri o ajudaria a dominar a terra. Assim que Loki invade a SHIELD, rouba o Tesseract e consegue dominar a mente do Dr. Sevig e do Gavião Arqueiro que passarão ajuda-lo na construção do portal que trará os Chitauri a terra, Nick Fury ( Samuel L. Jackson) não vê outra alternativa a não ser colocar o projeto Vingadores em ação e assim colocar juntos Hulk (Mark Ruffalo), Thor (Chris Hemsworth), Capitão América ( Chris Evans) e o Homem de Ferro (Robert Downey Jr.), além dos já conhecidos Agente Phil Coulson (Clark Gregg) E a Viúva Negra (Scarlett Johanssen) para formarem um grupo.

A decisão de trazer Joss Whedon para liderar o projeto, talvez tenha sido a melhor decisão da Marvel, Whedon tinha carreira curta no cinema, havia dirigido apenas um filme, a ótima ficção “Serenity” e na TV foi um dos criadores da série “Buffy -  A Caça Vampiros”, poderia soar estranho como um cara com pouca experiência tenha ganho a confiança para levar um projeto tão grandioso como Os Vingadores. Mas Whedon é um nerd de carteirinha, conhece todas as histórias dos Vingadores nos quadrinhos, isso deu gabarito a ele. O roteiro faz o que a principio seria difícil parecer simples, todos os super-heróis tem seu espaço adequado e ainda tem tempo de desenvolver um pouco mais seus personagens humanos. Apesar de todo o equilíbrio em cena não tem como não citar dois caras que ganham destaque, o primeiro é Bruce Banner, Ruffalo trouxe outro clima para o personagem, ele é calmo e tenso ao mesmo tempo, tímido e genial, pacato e agressivo, o segundo é Tony Stark (Downey Jr, simplesmente domina o personagem) ele esta sarcástico ao extremo e rouba a cena, vê-lo provocando Banner pra ver se ele se transformaria no Hulk foi algo impagável.

E como sempre citei creio que em todos meus textos sobre os filmes baseados em quadrinhos, não adianta em nada você ter um excelente herói, ou vários como nesse caso, se você não tem um vilão à altura; vilão é tão importante quanto, e Loki esta perfeitamente encaixado na história, calculista, manipulador e com ajuda dos Chitauri para criar o caos em Nova Iorque, é possível temer que o grupo dos Vingadores talvez não seja páreo para ele.

Uma importante parte do roteiro de Whedon foi respeitar o espaço e o ego de cada um dos super-heróis e assim ele faz aquilo que todo fã esperou ansioso para ver, combates entre os heróis, Homem de Ferro, Thor e Capitão América fazem uma luta a três, Hulk persegue a Viúva Negra e depois entra em conflito com Thor e é claro o porta aviões da SHIELD decolando, tudo isso muito bem inserido no contexto da história.

Enfim, em Os Vingadores a Marvel segurou a tentação de fazer um filme onde somente a presença de diversos ícones dos quadrinhos já fossem o suficiente para que as bilheterias fossem as alturas, em vez disso, ela chamou um nerd para roteirizar e dirigir o filme, criou uma história consistente, bem construída, fluida e que só aumentará o interesse para os filmes solos de cada um dos super-heróis e fará com que Os Vingadores 2 talvez seja o filme mais aguardado da história das adaptações de HQ. Filme excepcional e mais que recomendado.

Cotação: 9.5

OBS: Nas cenas pós-créditos há uma importante aparição que dá uma dica de quem provavelmente será o vilão de uma inevitável sequência.

 



Escrito por Escrito por Wendell às 22h28
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FILMES VISTOS NOS ÚLTIMOS DIAS

 

Desconhecido (EUA 2011): Filme com Liam Neeson tentando pegar carona na “pequena” fama de ator de ação que ele conseguiu com Perseguição Implacável. É daqueles filmes fracos, sem ritmo, que realiza algumas reviravoltas previsíveis ou muitas vezes sem nenhuma consistência ou coerência, mas quem escreve acha que esta fazendo algo surpreendente. É igual quando tem alguma reviravolta boba em novelas brasileiras que o público geral fica enlouquecido achando que viu algo inédito e inovador.

Cotação: 5.0

 

Muppets (EUA 2011): Decisão mais que acertada da Disney em deixar o filme nas mãos de Jason Segel, fã confesso dos bonecos. Além de estar no elenco, ele foi o responsável pelo roteiro e acerta em praticamente tudo. Não caiu na tentação de fazer os Muppets de forma digital, conta a história de forma fluida e isso não é tão fácil quanto parece, num filme cheio de musicais muito bem realizados. Fora as diversas referencias, como a de O Diabo Veste Prada ou as participações especiais se é que podemos chamar assim as performances de Jack Black, Jim Parsons, Whoopy Goldberg e Neil Patrick Harris. Enfim, o filme é encantador.

 

OBS: Não somente a canção Man or Muppet que ganhou o oscar de melhor canção é superior a música de Carlinhos Brown para o filme Rio, como todos os demais musicais do filme tem melhores canções também.

Cotação: 8.5

 



Escrito por Escrito por Wendell às 20h04
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Drive (EUA 2011) - Con Ryan Gosling.

Quando "Velozes e Furiosos" deixou de ser um filme sobre carros para ser um policial, creio que ele queria ser parecido com Drive (obviamente nem chegou perto).  Porque esse aqui é envolvente, sério, bem construído, bem escrito, tenso e com ótimas atuações. Ryan Gosling teve um ótimo 2011, já que sua atuação no também ótimo “Tudo Pelo Poder” já havia sido bastante elogiada.

Cotação: 8.5

 



Escrito por Escrito por Wendell às 21h34
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O OSCAR E FILMES VISTOS NOS ÚLTIMOS DIAS

 

Sobre a festa do Oscar, foi tudo aquilo que todos já previam, O artista levando os prêmios principais (filme, diretor e ator) e Hugo ficando com os técnicos. Billy Cristal estava péssimo, sem timing para suas piadas sem graças. De bom apenas Os Muppets terem ficado com melhor canção nos poupando de ver o primeiro Oscar para o Brasil ser para Carlinhos Brown e o premio de melhor montagem para Millennium.

 

Cowboys & Aliens: Dirigido por Jon Favreau (de Homem de Ferro) e estrelado por Daniel Craig e Harrison Ford. Baseado numa HQ do qual a história esta bem resumida em seu titulo, ou seja, se passa no tempo do velho oeste americano e tem aparições de aliens. O filme tem um bom ritmo e boas cenas de ação, mas nada além disso. Acho que nem atualmente depois de tantos filmes de ficção alguém acharia tão comum ver um OVNI como os cowboys do filme.

Cotação: 6.0

 

Árvore da Vida: Estava entre os indicados ao Oscar de melhor filme e alguns críticos profissionais como o Pablo Villaça o colocou como melhor filme do ano. Definitivamente não sou fã do diretor Terrence Malick, não gostei de seus trabalhos anteriores como “O Novo Mundo” e “Além da Linha Vermelha”. O filme tem boas atuações, Brad Pitt e Jessica Chastain estão muito bem, mas quem rouba cena é o ator mirim Hunter McCracken que está fantástico. Formado em filosofia Malick sempre parece passar uma imagem e conteúdo em seus filme que pra mim são superestimados. Árvore da Vida é daquele tipo de filme que ou você ama ou odeia, difícil ter um meio termo e estou entre os que odiaram, é lento, cansativo e o suposto estudo que Malick apresenta, sobre a origem da vida, de onde viemos, o que representamos e etc, acaba sendo entediante e nada convidativo.

Cotação 5.0

 



Escrito por Escrito por Wendell às 22h10
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O MOTOQUEIRO FANTASMA 2

Quando vi nos créditos finais que David S. Goyer estava entre os roteiristas e que tinha sido o responsável pelo argumento do filme, logo pensei, será que só ele conhece super heróis e HQ’s em Hollywood? Já que o cara já esteve envolvido na nova trilogia do Batman, nos filmes do Blade, Superman, O Corvo e etc. Esse novo início do Motoqueiro Fantasma tinha como objetivo se desligar do anterior, que não havia sido bem recebido, felizmente o filme melhora diversos aspectos do anterior e infelizmente também mantém muitos defeitos daquele filme.

A dupla de diretores Mark Neveldine e Brian Taylor (dos péssimos Gamer e Johan Hex) já deveriam saber que quando Nicolas Cage não é controlado ele surta loucamente, e os momentos de transformação de Johnny Blaze no motoqueiro fantasma ilustra isso muito bem, conhecendo a filmografia de Cage, duvido que toda aquela psicose dele durante a transformação realmente estava no roteiro. Dessa vez o filme não perde tempo em mostrar de forma mais detalhada o pacto com o demônio, apenas o faz de forma gráfica e bem resumida, o que se mostra uma boa escolha, e agora o Motoqueiro tem que proteger um garoto de receber toda carga do demo ao mesmo tempo em que tenta se livrar de sua maldição.

O visual do motoqueiro em chamas representa a melhor parte do filme e o principal avanço com relação anterior, sai aquele visual clean e entra um novo realmente sujo, mais real e mais próximo da HQ. Como defeito, tudo que o anterior tinha se mantém, elenco secundário totalmente desinteressante, aonde a ponta de Christopher Lambert chega a ser constrangedora e os vilões sem histórias, sem conteúdo e que praticamente não dão trabalho ao Motoqueiro, nem mesmo o demônio em pessoa.

No final sobra um filme com momentos divertidos, boas sequencias de ação, mas com uma historia que parece ter sido concebida em apenas um final de semana de bate papo entre os roteiristas, você se esquecerá do filme antes mesmo de deixar as dependências do cinema onde estiver, creio que esse filme realmente encerra as aparições do Motoqueiro Fantasma nos cinemas e a estreia morna nos EUA só dá mais força a essa tese.

Cotação 6.0

 



Escrito por Escrito por Wendell às 10h53
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O ESPIÃO QUE SABIA DEMAIS (TINKER TAYLOR SOLDIER SPY)

 

Gary Oldman, John Hurt, Mark Strong, Toby Jones, Ciarán Hinds, Colin Firth e muitos outros, um filme que conte com um elenco excepcional como esse seria um baita desperdício caso o mesmo fosse ruim. Sorte que “O Espião que Sabia Demais” é ótimo, tem um clima tenso, melancólico, cinza, sem espaço para emoções. Tudo isso para mostrar da forma mais real possível os bastidores da espionagem durante a Guerra Fria. E mesmo com um elenco de destaque como esse, a performance de Gary Oldman como “Sr. Smiley” uma contradição evidente ao seu personagem que não esboça um sorriso durante toda a projeção, é magnifica e se destaca, é contida, sem exageros, enfim, perfeita, desde já embora azarão será minha torcida para o Oscar de melhor ator.

Cotação: 9.0

 



Escrito por Escrito por Wendell às 21h26
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MILLENNIUM - OS HOMENS QUE NÃO AMAVAM AS MULHERES

 

Dirigido por David Fincher, que só isso já é mais que suficiente para conferir o filme, afinal estamos falando do diretor de obras como Seven, Clube da Luta, O Quarto do Pânico e Zodíaco. Assim como no livro e na trilogia original, o filme se passa na Suécia e tras personagens, fortes, fracos, interessantes, diálogos adultos, tudo isso numa história de investigação absolutamente complexa e satisfatória, mergulhada num clima tenso típico dos filmes de Fincher.

Cotação: 9.0



Escrito por Escrito por Wendell às 17h50
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Histórias Cruzadas (The Help) filme que está entre os indicados ao Oscar de melhor filme, e que tinha como premissa um alerta ao racismo, na verdade acaba sendo mais racista que as socialites sulistas que vemos no filme. Apesar da personagem Skeeter ser uma menina adorável e Viola Davis nos entregar uma atuação digna de premiação, não há como deixar para trás os momentos reprováveis do filme, ao mesmo tempo que ele ‘simula’ criticar o racismo, ele coloca os brancos como sendo os salvadores. A mãe de uma personagem é vista com bons olhos porque reprova as atitudes da filha racista, mas logo depois aparece se refrescando com a empregada negra lhe abanando, a mãe de Skeeter demite sua empregada negra por pressão de amigas, mas depois se arrepende no final e tudo está bem, enfim, triste por perceber que o filme parece mais preocupado em defender a honra dos brancos do que de fato denunciar o racismo deles.

Cotação: 4.0

 



Escrito por Escrito por Wendell às 00h32
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AS AVENTURAS DE TINTIM

 

Quem já viu o filme perceberá que há certa semelhança ou no mínimo um clima em Tintim que lembra muito Indiana Jones e os Caçadores da Arca Perdida, foi exatamente essa semelhança já apontada há muitos anos atrás que levou Spielberg a se interessar pelo personagem. O projeto de levar o famoso personagem de Hergé para o cinema começou a ganhar força depois que Spielberg percebeu que a tecnologia do motion capture já estava bastante amadurecida e dessa forma, se juntou a Peter Jackson (outro apaixonado pelo personagem) para iniciar os trabalhos da adaptação.

Spielberg sempre soube que Tintim era um personagem famoso na Europa, mas praticamente desconhecido nos Estados Unidos, como atualmente as bilheterias mundiais já não são tão dependentes assim do mercado norte-americano, ele se certificou de que os roteiristas fossem europeus para que os mesmos fossem mais capazes de transpor o clima das HQ’s de Hergé para o cinema, e sendo assim, se uniu a Edgar Wright (roteirista do excepcional Scott Pilgrim), Steven Moffat (roteirista de séries de TV como Sherlock e Dr. Who) e por fim Joe Cornish, decisão mais do que acertada do diretor.

Praticamente nunca vi os desenhos animados de Tintim que passaram por muito tempo na TV brasileira no canal Cultura, lembro-me de ter lido há pelo menos uns 15 anos atrás duas HQ’s do personagem, Tintim no País do Ouro Negro e O Caranguejo das Pinças de Ouro essa última é a que apresenta nas HQ’s o engraçadíssimo personagem do Capitão Haddock (no filme com vozes e captura de movimento de Andy Serkys) e que junto com o exemplar O Segredo do Licorne, serviram de base para toda a história do filme, que nada mais é que Tintim se juntando ao Capitão Haddock para descobrir o segredo do navio Unicórnio comandado pelo ancestral de Haddock e que naufragou após uma batalha com Rackham – O terrível.

O roteiro do filme é bastante fluido e assim como Indiana Jones, tem cenas de ação praticamente a cada quinze minutos, mal há tempo para respirar, tudo intercalado com momentos cômicos inseridos de forma orgânica. A tecnologia de captura de movimentos foi perfeita para o filme, o visual do filme remete de forma bastante fiel as HQ’s é é facilmente encontrado os traços de Hergé na excelente composição gráfica dos personagens, o único 100% digital do filme é o cachorro Milú e que também se torna um personagem que além de adorável, bastante importante, bom, assim como sempre foi na HQ.

Enfim, As Aventuras de Tintim é o retorno de Spielberg a velha e boa forma, é uma aventura agradabilíssima e que só nos faz torcer pelo sucesso comercial do filme, já que ocorrendo assim, a parceria de Spielberg e Jackson tem a previsão de nos presentear com ainda dois filmes desse incrível personagem.

Cotação: 9.0

 



Escrito por Escrito por Wendell às 22h14
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Filmes vistos nos últimos dias

Sherlock Holmes 2: Mantém a mesma fórmula do anterior, a dupla Sherlock Homes e Watson investigando as ligações entre o professor Moriarty à diversos atentados a bomba . Esse novo filme tem mais ação e é mais divertido, o que é muito bom considerando que o anterior já era um bom filme. Moriarty como vilão também representa um novo desafio a Sherlock, de falho somente suas intenções nada originais.

Cotação: 8.0

 

Premonição 5: A franquia sempre foi famosa por suas mortes sempre muito plásticas e bastante gráficas, e os filmes sempre foram no mínimo razoáveis, com exceção do quarto que foi realizado com verba apertada e até os efeitos das mortes foram prejudicados. Nesse quinto filme a fórmula se mantém e adiciona-se a isso o final elegante fazendo um link com o primeiro filme.

Cotação: 6.0

 

Bridesmaids: É tudo aquilo que Sex and the City queria ser e não conseguiu, envolvente e engraçadíssimo. E a cena numa loja de vestidos de noiva é algo para rir durante horas. Elenco bem afinado, enfim, um filme que teria tudo para ser um fracasso e atingir somente um pequeno público em função de seu tema (solteirona encalhada sendo dama de honra da amiga e tendo uma crise em função disso) e acaba agradando a todos.

Cotação: 8.0



Escrito por Escrito por Wendell às 12h02
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Os filmes mais aguardados de 2012 (sem ordem)

As Aventuras de Tintim (esse estreia essa semana e já esta em cartaz em algumas salas)

Millenium – Os homens que não amavam as mulheres

A Invenção de Hugo Cabret

O Motoqueiro Fantasma 2

Shame

American Pie – O Reencontro

Os Vingadores

Battleship

O Ditador

Homens de Preto 3

Prometheus

Jack – O Matador de Gigantes

O Espetacular Homem Aranha

Valente (animação da Pixar)

Batman – O Cavaleiro das Trevas Ressurge

The Bourne Legacy

GI Joe Retaliation

Star Trek 2

Os Mercenários 2

007 – Skyfall

O Hobbit



Escrito por Escrito por Wendell às 11h48
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Cinemas necessitam urgentemente de:

 

1) Retorno dos Lanterninhas, e se você acha isso antiquado, talvez porque esteja entre os adolescentes (e atualmente isso vai dos 14 aos 23 anos + ou -) que se comportam como crianças e vão ao cinema em turminha achando que aquilo é alguma balada e não param de falar e usar o celular o tempo.  Alguns adultos também se comportam como idiotas no cinema falando o tempo, então para essa turma idiota, precisa de alguém para retirá-los da sala caso necessário.

2) Fechar COMPLETAMENTE o acesso as salas de cinema exatamente no horário de inicio da sessão, estilo prova da FUVEST, é irritante aquele grupo de 5 amigos que chega na sala já durante os trailers de um famoso filme e em sua semana de estreia e querem achar os 5 lugares disponíveis nas últimas fileiras, e ficam vários minutos andando e atrapalhando a visão de todos, querendo achar os melhores lugares no cinema, “querem mais o que senhores, pipoca e refrigerante grátis”.

3) A existência de cópias legendadas para TODOS os lançamentos internacionais, isso não é dizer que as dubladas não devam existir, e sim apenas que as legendadas JAMAIS devem desaparecer, como esta acontecendo atualmente.

4) Pessoas que saibam escolher o que assistir com antecedência. O que seria esse caso? Os cinemas atuais você pode comprar ingresso pela internet, por terminais ou diretamente na bilheteria, os cinemas dispõem de painéis informando os filmes em cartas e seus respectivos horários, fora a consulta que pode ser feita pela internet, mas ainda assim, temos pessoas que somente quando chegam a sua vez tanto na bilheteria quanto nos terminais, olham uns para os outros e perguntam “E ai, o que vamos assistir”. PQP, estavam fazendo o que na fila que não resolveram isso antes, seus idiotas. Ai demoram 10minutos para definir o que querem assistir, atrapalhado todos os demais da fila.



Escrito por Escrito por Wendell às 18h52
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Como assisti a poucos filmes em 2011, dessa forma não consegui chegar a um top10 de melhores e piores, portanto a lista é somente daqueles que realmente acho que merecem destaque, seja ele positivo ou negativo.

 

Melhores filmes de 2011

1 – Cisne Negro

2 – Tudo Pelo Poder

3 – Inverno da Alma

4 – Meia Noite em Paris

5 – Harry Potter 7.2

6 – Bravura Indômita

7 – O Palhaço

8 – X-MEN – Primeira Classe

Piores filmes de 2011

1 – Amanhacer - Parte 1

2 – Transformers 3 – O lado Oculto da Lua

3 – Pânico 4

4 – Velozes e Furiosos 5

5 – Batalha de Los Angeles

5 – Piratas do Caribe – Navegando em águas misteriosas (esse com muito pesar, pois adoro os 3 anteriores)

 

FILMES VISTOS NOS ÙLTIMOS DIAS

Missão Impossível 4: É de longe o melhor filme entre os quatro feitos até agora, a direção de Brad Bird (famoso nas animações por Os Incríveis e Ratatouile) é segura, com cenas de ação bem elaboradas e com diversos momentos de humor muito bem distribuídos.

Cotação: 8.5

 

Tudo Pelo Poder (The Ides of March): Um dos melhores filmes de 2011, mostra de forma inteligente o jogo politico por trás de uma campanha politica e conta com diálogos inspiradíssimos. Atuações de George Clooney, Ryan Gosling e Philip Seymour Hoffman estão excelentes.

Cotação: 9.5

 



Escrito por Escrito por Wendell às 17h58
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FILMES e SÉRIES

 

Filmes vistos nos últimos dias

Lanterna Verde: O roteiro é certamente o ponto fraco, não precisa martelar tanto que o Hal Jordan tem medo e etc, isso ficou mais que claro, não era necessário repetir isso umas quinze vezes durante o filme. Outro problema é o vilão, sem personalidade alguma. No final sobra um um super herói com certo carisma e com a frase que gosto desde os quadrinhos “In brightest day, in blackest night ....”.

Cotação: 6.0

 

Cilada.com: Pra mim é fato que o Bruno Mazzeo e carismático e tem futuro como comediante, mas também é fato que Cilada.com nada mais é que um especial de uma hora e meia do sou programa de TV de mesmo nome. Fraco.

Cotação: 4.0

 

127 Horas: Ótima atuação de James Franco num filme irregular, tem um inicio muito bom e mostra de forma eficiente o problema vivido pelo rapaz, mas exagera em delírios e alucinações do protagonista chegando a ser chato em vários momentos.

Cotação: 7.0

 

Série que comecei a acompanhar

Depois dos dois últimos e fraquíssimos episódios de Dexter na sexta temporada, decidi seguir outras séries, comecei por duas.

A sete Palmos: Atualmente estou no quarto episódio e todos foram SENSACIONAIS. Promete. Assim que terminar uma temporada completa farei comentários mais detalhados.

Community: Atualmente no terceiro episódio, o inicio foi promissor, mas é preciso ver mais para ter uma posição.

Breaking Bad: Essa preciso começar a ver ainda.

 



Escrito por Escrito por Wendell às 18h49
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A SAGA CREPÚSCULO - AMANHECER - Parte 1

 

Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse têm em comum o fato de serem filmes muito mail escritos e dirigidos e que também são baseados numa história fraquíssima que altera de forma até vergonhosa os padrões já estabelecidos do que é um vampiro. Mas apesar de todos os problemas apresentados, são ruins, porém toleráveis, o que infelizmente não posso dizer dessa primeira parte de Amanhecer, que é o final da saga e que foi dividido em dois longas. Os equívocos do filme são tantos, a falta de bom senso é tanta, que sinceramente não encontro um adjetivo para definir o quão ruim é esse filme.

 

Bella e Edward se casam e passam à lua de mel numa pequena ilha do litoral carioca, com a desculpa estapafúrdia de Bella que “não gostaria de passar a lua de mel sofrendo de dor”, ela decide não ser transformada em vampira antes de ter a tão sonhada noite de amor com Edward. Mesmo com o alerta de Jacob, Edward engravida Bella que passa a ter uma gravidez mais rápida que o normal onde o bebê passa a matá-la aos poucos, e que sabe-se lá porque (o porque digo uma explicação plausível, e não o “não sabemos que ameaça ele apresentará” dita pelos Lobos) os Lobos temem o tal bebê/coisa/filho-do-demônio e diversos outros adjetivos que o filme apresenta, de forma que tentarão mata-lo  mesmo que tenham que passar por cima de Jacob. O que mais espanta é que em uma cena o pai de Bella vê uma decoração na casa dos Cullens que é um tipo de quadro montado a partir de diversos chapéus de formatura, o que seria as diversas formaturas dos quais os Cullens teriam participado ao longo de suas longínquas vidas, mas continuam estúpidos como sempre “Carlisle isso pode acontecer? Não sei!”.

 

Os 45minutos iniciais de Amanhecer são no mínimo torturadores, o casamento, as tentativas de humor forçadas, a lua de mel, a descoberta da gravidez, é tudo feito de forma tão mal dirigida com uma trilha sonora tão enfadonha que rezamos para que algo ocorra porque aquele marasmo de explicações sem o mínimo de noção pode levar a muitos expectadores a deixarem a sala de exibição. Fora que, as crespusculetes fãs do Edward e dos filmes ou não entenderam o personagem ou apenas posam como “mulheres independentes”, mas no fundo gostam de serem tratadas como Amélias, porque nos filmes anteriores Edward já se mostrava um grande machista e nesse ele agride Bella fisicamente, depois da Lua de Mel a menina fica toda roxa, e novamente, não se pode aceitar as desculpas ridículas do roteiro como, ele não quis fazer aquilo, ele se arrependeu ou que por ser vampiro o desejo foi maior e ele não conseguiu se controlar, podem ver que isso também é a desculpa da grande maioria dos agressores de mulheres da vida real.

 

Stephenie Meyer que já mostrava nas histórias anteriores (em função de sua formação de mórmon praticante e pelo jeito bastante fanática) que era a favor de que as pessoas se mantivessem virgens até o casamento, já aqui ela mostra que independente do risco da gravidez para a vida mãe o aborto jamais pode ser levado em consideração, a mãe que morra e aceite seu destino. A mesma decisão é tomada por Bella, o que não é novidade, já que nos filmes anteriores ela já havia mostrado seus impulsos homicidas.

 

Enfim, Amanhecer é um filme que tirando os bons efeitos visuais, além de não ter uma história para se sustentar, irrita ainda mais por suas explicações estúpidas para quase todas as situações, em alguns momentos parece até que estão brincando de tão sem noção que são. Isso para não citar o tal “imprinting” que Jacob tem, aquilo deveria ser tratado como uma espécie de pedofilia, meu deus. O bom é que estamos apenas a mais um filme do final dessa tortura, o ruim é que estamos ainda a mais um filme do final dessa tortura.

 

Cotação: 0,5

 



Escrito por Escrito por Wendell às 22h23
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